O Presidente da República, Daniel Chapo, dirigiu hoje uma mensagem de felicitações à activista social e antiga Primeira-Dama de Moçambique Graça Simbine Machel, por ocasião do seu 80º aniversário natalício, assinalado nesta data.
A mensagem, em nome do povo e do Governo da República de Moçambique e em nome pessoal do Presidente Chapo, expressa as “mais calorosas felicitações” à aniversariante, reconhecendo-a como “ilustre filha de Moçambique e cidadã do mundo”.
O Chefe do Estado destaca a dedicação de Graça Machel à causa pública e aos direitos humanos, afirmando que nesta data marcante “celebramos uma vida inteiramente dedicada à causa pública, ao serviço da humanidade e à defesa intransigente dos direitos humanos, com destaque para a promoção da educação, da igualdade de género e da protecção das crianças”.
O Presidente Chapo sublinha o impacto da sua vida na nação: “A trajectória de Sua Excelência é fonte de orgulho nacional e de inspiração para as gerações presentes e futuras. A sua coragem, sabedoria e entrega aos ideais de justiça social e de solidariedade reflectem os mais altos valores da nossa nação e do espírito de Moçambique”.
A mensagem presidencial reconhece ainda a sua influência além-fronteiras e o seu papel na promoção do país: “Através da sua acção, dentro e fora das nossas fronteiras, contribuiu de forma decisiva para a afirmação do papel da mulher na sociedade e para a projecção de Moçambique como país comprometido com a paz, o progresso e a dignidade humana”.
Concluindo, o Presidente Daniel Chapo presta homenagem: “Neste dia de júbilo, rendemos homenagem à sua visão, ao seu exemplo de integridade e à sua incansável dedicação ao bem comum.”
E dirige os seus votos de “muita saúde, felicidade e longevidade, para que continue a inspirar o nosso povo e o mundo com a sua sabedoria e compromisso com as causas mais nobres da humanidade”.
Graça Machel nasceu a 17 de Outubro de 1945, no distrito de Mandlakazi, província de Gaza. Destacou-se desde cedo pela sua determinação e espírito de liderança.
Formou-se em Filologia na Universidade de Lisboa, onde se envolveu nos grupos estudantis, filiando-se ao movimento libertador Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), hoje partido dirigente do Estado moçambicano, formação política de que é membro activa e uma das figuras mais proeminentes do processo democrático.