Ameaça da Airlink em “abandonar” Moçambique “é muito  pequena para o Governo” tratar

O porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, considerou, hoje, que a informação sobre a Airlink ameaçar suspender a venda de bilhetes em Moçambique não ser um assunto para ser tratado ao nível do Governo.

Para Impissa, esse tema e o de avaria de tractores com atrelado para o transporte de pessoas e bens nas zonas rurais são da alçada dos respectivos gestores.

“Acho que é uma questão muito específica de gestão. Também se colocou aqui sobre a avaria de tractores. Não sei se é o Governo que se deve pronunciar sobre a gestão da Airlink ou a gestão de tractores. Acho que não. Vamos permitir que seja um assunto mesmo especializado, específico. É muito pequeno para o Governo sobre uma companhia que quer ou não vender bilhetes” disse.

O porta-voz falava no habitual briefing com jornalistas após a 29ª sessão do Conselho de Ministros, tendo notado que o Governo não se deve imiscuir na vida das empresas.

“Nem tudo o Governo tem de fazer. Aliás, o Governo cria espaço que é para as entidades funcionarem, dentro da liberdade. Se começarmos a entrar muito na vida das empresas vai se questionar o que o Governo faz no dia-a-dia?” notou.

A sul-africana Airlink pondera deixar de vender bilhetes em Moçambique devido à dificuldade de repatriar divisas.

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