Cristiano Ronaldo pode juntar-se a Messi no Inter Miami

Não é um cenário descartável. Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, dois astros do futebol mundial e que protagonizaram a maior rivalidade da história do futebol, podem actuar juntos no Inter Miami, dos EUA.

Rene Meulensteen que trabalhou de perto com Cristiano Ronaldo, no Manchester United, na qualidade de treinador-adjunto do ‘eterno’ Sir Alex Ferguson, declarou nesta quinta-feira, ao portal Goal, que veria com bons olhos a possibilidade de Cristiano Ronaldo vir a deixar o Al Nassr para se juntar a Lionel Messi, no Inter Miami.

“Quem não quereria ver?”, questiona Rene Meulensteen, que encoraja  Cristiano Ronaldo, a trocar o Al Nasse pelo Inter Miami, de Lionel Messi e companhia.

“Jogar ao lado de Lionel Messi, no Inter Miami? Seria incrível. Honestamente, seria óptimo. Seriam os jogos com mais venda de bilhetes, todas as semanas”, afirmou. “Quem não quereria ver isso? Voltou a questionar.

Desde que tenhas o equilíbrio certo, para garantir que, quer o Cristiano, quer Messi, ainda podem jogar ao seu melhor nível…”, começou por afirmar.

“É entusiasmante só de pensar nisso. Seria o maior interesse da história do futebol, se conseguissem concretizá-lo, isso é certo”, completou o neerlandês, de 61 anos de idade, que, desde o passado ano civil de 2025, desempenha o papel de ‘braço direito’ de Graham Arnold, na principal selecção do Iraque.

Curiosamente, as palavras de Rene Meulensteen surgem num momento em que Cristiano Ronaldo atravessa uma fase particularmente delicada, no Al Nassr, clube com o qual renovou contrato, há, sensivelmente, meio ano, até Junho de 2027… e com o qual acabou por entrar em ‘rota de colisão’, recentemente.

O madeirense ‘bateu o pé’ ao Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita, na sequência de um mercado de transferências de inverno no qual a formação na qual milita recebeu apenas Haydeer Abdulkareem, e o Al Hilal Karim Benzema, Kader Meité, Simon Bouabré, Murad Al-Hawsawi, Rayan Al-Dossary, Sultan Mandah e Pablo Marí.

O goleador português entende que há um tratamento desigual entre os clubes que estão sob a alçada deste organismo, motivo pelo qual recusou ir a jogo nas duas últimas partidas do campeonato saudita, que culminaram em triunfos sobre o Al-Riyadh (por 0-1) e o Al-Ittihad Jeddah (por 2-0).

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