preservativos e anticoncepcionais custam mais caro. A ideia é aumentar a população

Uma nova política do Governo chinês de incentivo à natalidade entrou em vigor, na quinta-feira (01/01) e prevê a aplicação de 13% de Imposto sobre o Valor Acrescentado a preservativos e outros métodos antinconceptivos.

Com a medida de combate à queda da natalidade, que já vem há três anos consecutivos no país, os anticoncepcionais vão custar mais caro.

Apesar do incentivo à geração de mais filhos entre os casais, os especialistas acreditam que a tendência de queda no número de nascimentos se verifique por mais anos.

Para fazer face à tendência, o Governo implementou incentivos para estimular a natalidade como os gastos com o cuidado infantil, imposto de renda, subsídio anual para a família.

Entre 1980 e 2015, a China implementou a política do filho único para controlar o rápido crescimento populacional. A população actual é de 1,4 bilião de meticais.

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