O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, na sexta-feira, um novo lote de documentos, três milhões de páginas sobre empresário Jeffrey Epstein, acusado de liderar um esquema de exploração sexual, que incluía menores.
Epstein, um financeiro, foi condenado por aliciar menores, e suicidou-se na sua cela, em 2019. Ele aguardava julgamento sob a acusação de comandar um esquema de exploração sexual de mulheres e adolescentes.
Figuras proeminentes do sector empresarial e da política são citadas no novo bloco de documentos – que, além das páginas, contempla um conjunto de 180 mil fotos e dois mil vídeos – incluindo os bilionários Elon Musk, Bill Gates, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, actual secretário de Comércio americano, Howard Lutnick, e o ex-membro da família real britânica, Andrew Mountbatten-Windsor, que perdeu o título de príncipe por estar associado ao caso Epstein.
Parlamentares democratas de oposição sugeriram que a Casa Branca ainda estaria a reter documentos relevantes sobre o caso Epstein. A mesma alegação foi feita por representantes das supostas vítimas de Epstein, que reclamaram por terem seus nomes expostos pela Casa Branca.