A chegada do navio MT DEE 4 LARCH aos portos moçambicanos surge como um alívio para a crise de combustível que tem afectado a mobilidade e as actividades económicas em várias províncias.

A chegada do navio MT DEE 4 LARCH aos portos moçambicanos surge como um alívio para a crise de combustível que tem afectado a mobilidade e as actividades económicas em várias províncias.

O mercado nacional de combustíveis recebe, a partir desta semana, uma injecção de 45 milhões de litros de gasolina. O navio petroleiro MT DEE 4 LARCH atracou na tarde de ontem, domingo dia 26 de março, no Terminal de Combustíveis do Porto da Beira, marcando o início do descarregamento de 11 milhões de litros destinados a suprir a escassez sentida na zona centro de Moçambique.

Esta operação logística ocorre após o navio ter concluído, na última sexta-feira, o descarregamento de cerca de 20 milhões de litros de gasolina no Terminal de Combustíveis do Porto de Maputo.

A estratégia de distribuição, que visa estabilizar o abastecimento em todo o território nacional, não termina na região centro. Segundo informações reportadas pelo jornalista Brito Simango, da Televisão de Moçambique (TVM), o MT DEE 4 LARCH seguirá viagem ao longo desta semana para o Terminal de Combustíveis do Porto de Nacala.

Na infra-estrutura portuária de Nacala, está previsto o descarregamento de cerca de 11 milhões de litros de gasolina para os Terminais Oceânicos. O périplo do navio tanque termina no extremo norte, no Terminal de Combustíveis do Porto de Pemba, onde serão descarregados 2,5 milhões de litros de gasolina.

A carga total de 45 milhões de litros destina-se exclusivamente ao consumo interno. A medida é vista como um passo crítico para reduzir as longas filas observadas nos postos de abastecimento nas últimas semanas, um cenário que tem condicionado a rotina dos moçambicanos e o funcionamento de diversos sectores produtivos.

As autoridades competentes mantêm a monitorização da cadeia de distribuição para garantir que o combustível chegue, com a maior celeridade possível, às bombas de abastecimento e, consequentemente, aos consumidores finais.

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