Eni Rovuma Basin apresenta o seu segundo relatório de sustentabilidade em Moçambique

A Eni apresentou em Maputo a segunda edição do seu relatório de sustentabilidade “Juntos Crescemos 2024”. A apresentação teve lugar durante a Cimeira do Gás que está a decorrer em Maputo, na presença de convidados, Parceiros e das várias interessadas.

“Este documento é um testemunho do nosso compromisso com o país e demonstra que o sucesso depende da participação de todos, desde os nossos colaboradores até às comunidades anfitriãs incluindo os parceiros com os   quais partilhamos o nosso percurso.  Ao   longo dos anos, o projecto Coral Sul tornou-se uma verdadeira escola flutuante para a   nova geração de    moçambicanos que agora partilham as   suas competências também em operações da Eni a nível internacional. Por outro lado, os nossos investimentos nas áreas de saúde, educação e outros sectores-chave promoveram um crescimento inclusivo, garantindo um desenvolvimento conjunto com as   comunidades que nós apoiamos”, declarou Marica Calabrese, Diretora-Geral da Eni Rovuma Basin, durante a cerimónia de apresentação do relatório.

O relatório descreve o percurso da Eni rumo ao   crescimento sustentável de   Moçambique, detalha os objectivos e resultados da empresa, o desempenho excepcional do projecto Coral Sul cuja produção atingiu em 2024, 5 milhões de toneladas de GNL desde o seu início em 2022.  Apresenta também as iniciativas em curso no processo de transição energética.

Em 2024, o projecto de reflorestamento da zona transfronteiriça do Grande Limpopo, obteve a primeira licença no âmbito da iniciativa REDD+ em Moçambique. Esta iniciativa, que cobre uma área de 4.000.000 de hectares de floresta, beneficiará cerca de 320.000 membros da comunidade. Adicionalmente, a empresa continua a expandir o seu programa de   cozinha limpa, tendo já   distribuído mais de   140.000 fogões melhorados até data, em benefício das populações vulneráveis nas províncias de Maputo, Sofala e Manica. A Eni iniciou também a produção de óleo vegetal para as biorrefinarias da Enilive, criando oportunidades para os agricultores através do seu projecto local de produção de matérias-primas agrícolas (agri-feedstock).

O fortalecimento do desenvolvimento local é um dos pilares da estratégia da Eni em Moçambique e, em 2024, a empresa continuou a implementar projectos que promovem o acesso aos serviços essenciais como saúde, acesso a água e educação, bem como a diversificação económica. De realçar que a Eni entregou ao Hospital Provincial de Pemba, o primeiro equipamento de tomografia axial computarizada (TAC), que serve uma população de mais de 500.000 pessoas, e apoiou iniciativas de prevenção do câncro do colo do útero com mais de 3.700 exames realizados.

Na   educação, a   empresa continuou a   apoiar estudantes de   cursos de   licenciatura, especialização e doutoramento com um programa de formação profissional, centrado principalmente em Pemba, que já envolveu mais de 700 estudantes, professores e funcionários escolares desde o seu início. Cerca de 50.000 pessoas beneficiaram de iniciativas de diversificação económica e coesão social, enquanto outras 60.000 pessoas passaram a ter um maior e melhor acesso a água potável e aos serviços de higiene e saneamento básico.

A Eni está presente em Moçambique desde 2006. Entre 2011 e 2014, a empresa descobriu vastos recursos de gás natural na Bacia do Rovuma, nos campos Coral, Complexo Mamba e Agulha, com cerca de 2.400 mil milhões de metros cúbicos de gás no local. A Eni é a operadora do projecto Coral Sul, o primeiro a produzir gás na Bacia do Rovuma. A empresa está empenhada em apoiar a diversificação económica do país e em melhorar o acesso à educação, à saúde e à água através da implementação de uma estratégia integrada de desenvolvimento local.

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