Artimiza Magaia condenada a prisão e multa de dois milhões de meticais

A 2ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Xai-xai, na província de Gaza, condenou, hoje, a cidadã Artimiza Magaia, a três meses de prisão e multa de dois milhões de meticais por calúnia e difamação de Agostinho Vuma, avançou fonte do MZNews.

É o culminar de um caso que despoletou em 2024 com a Magaia a tecer acusações de suborno e outras críticas, “por iniciativa própria ou não” contra Vuma. Segundo se propalou, Artimiza Magaia acusou Vuma de subornar pessoas no partido de ambos, a Frelimo, para se manter com deputado da Assembleia da República pelo círculo eleitoral da província.

A fonte recorda que desde logo, visando  prejuízo de Vuma, nos processos internos do partido para as eleições de 2024, Magia fez correr em hasta pública informações respeitantes a vida interna da formação partidária.

“…foi por meio de gravação e divulgação de vídeos onde tinha como alvo principal Agostinho Vuma onde lhe acusava de ter comprado membros para sua eleição visto que, Vuma foi eleito como o mais votado naquela sessão que elegia candidatos a candidatos para Assembleia da República (AR) para actual legislatura” informou.

Perante sucessivos vídeos com várias acusações e ofensa à honra e bom nome, Agostinho Vuma viu-se forçado a renunciar a sua intenção de renovar seu mandato. Contudo, para ver seu nome e a sua honra salvaguardada, recorreu a justiça.

A accao judicial deu seguimento até que no dia 23 de Setembro corrente, no Tribunal Judicial da Cidade de Xai-Xai, na província de Gaza, a máscara da Artimiza Magaia caiu. Perante o juiz a pastora, activista e membro da Frelimo redimiu-se de seus actos e pediu desculpas para tentar corrigir acusações “por sinal sem provas” proferidas contra o antigo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

“Ao juiz terá referido que em nenhum momento se posicionou contra Vuma. Confessou ter agido com fúria, porque Vuma se meteu na sua rivalidade com Daniel Matavele, Primeiro secretário da Frelimo ao nível da província de Gaza, sem explicar a referida intromissão” contou a fonte.

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