Vuma “embrulha” Artimiza no “perdão da mão-dura”

É já de conhecimento público que a pastora Artimiza Magaia teceu acusações contra o empresário Agostinho Vuma, sobre actos marginais para ascensão objectivando mais um mandato na Assembleia da República na actual legislatura.

Mas, ao que tudo indica, as acusações não ficaram provadas em sede do tribunal, tendo recaído sobre Artimiza Magaia uma sentença de prisão e multa milionária por calúnia e difamação contra o antigo Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique – CTA.

Fonte do MZNews que avançou, hoje, a decisão judicial do caso, adiantou que o empresário exige de Artimiza Magaia uma indemnização de cinco milhões de meticais, e, ao mesmo tempo, manifesta abertura para conceder perdão.

Em sede de julgamento na cidade de Xai-xai, na província de Gaza, Artimiza Magaia foi confrontada com os seus vídeos acusatórios, mas não pôde provar nenhuma das acusações. Encurralada na própria ratoeira, pediu desculpas a Agostinho Vuma, referindo que em nenhum momento foi sua inimiga. Reconheceu que havia chegado ao ponto de se candidatar por incentivo de Vuma, e que nunca quis beliscar a sua reputação. Confirmou, somente, que recebera de Vuma 30 mil meticais para apoiar a sua candidatura a deputada. O valor, o qual em vídeos classificava de “dinheiro de sangue” e dizia ter sido dada para corromper pessoal – teria sido distribuído entre jovens e mulheres carentes. Quando questionada sobre por que não devolveu o dinheiro à origem, ficou em silêncio.

Vuma, que, segundo nossa fonte, se considera arrasado e sua família afectada com as acusações, afasta, para já, proximidades de diálogo com Artimiza Magaia.

Diz mais a nossa fonte, que Vuma perdeu grandes oportunidades de negócios por conta dos discursos de Artimiza, pelo que desconfia que a sr. Magaia tenha sido instrumentalizada pela mesma pessoa que orquestrou o seu assassinato em Junho de 2020.

A real expectativa de Vuma a prosseguir com a acção judicial tinha por fim chegar a um ponto onde a pastora revelasse a identidade da pessoa por detrás dos actos.

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