O descontentamento generalizado na ilha de Madagáscar continua. Milhares de pessoas mantêm-se nas ruas para protestar contra a situação sócio-económica.
O Presidente do país, Andry Rajoelina, dissolveu o Governo, mas não conteve a insatisfação das massas. O povo ilhéu agora exige a sua renúncia.
As massas congratulam a dissolução do Governo, mas entendem que a culpa da má gestão não é somente das pessoas no executivo, mas, em medida maior, do Chefe de Estado.
A onda de protestos e pilhagens, que duram há cerca de quatro dias, já causou a morte de cerca de 22 pessoas, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os direitos humanos. Entretanto, o Ministério das Relações Exteriores de Madagáscar rejeitou os números de vítimas relatados pela ONU.