A retirada de Moçambique da Lista Cinzenta do Gabinete de Acção Financeira Internacional (GAFI) o tornou um modelo “a seguir” na implementação de estratégias de combate ao branqueamento de capitais no continente.
A consideração é da Gina Woods, a Directora do Gabinete de Aplicação da Lei, no Grupo Intergovernamental de Acção do Branqueamento de Capitais na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.
“Vemos que Moçambique pode ser um país inspirador e modelo no sentido de partilhar a sua experiência com outros países que fazem parte do ESAAMLG [Grupo de Combate ao Branqueamento de Capitais da África Oriental e Austral] e contamos com Moçambique para partilhar a sua experiência e ensinar outros países como conseguiu sua retirada da Lista Cinzenta” disse.
Citada pela TVM, ela explicou que essa perspectiva se deve à execução das 26 recomendações emitidas pelo GAFI, as quais o país implementou com sucesso.
Actualmente, nenhum país da CEDEAO está na Lista Cinzenta. A Nigéria e o Burquina Faso foram retirados da Lista em Outubro passado, quando Moçambique e África do Sul (SADC) também deixaram de fazer parte da Lista.