Os novos gestores das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) projectam a criação de um centro de reparação de aeronaves e outro de formação em aviação.
Segundo Tomás Matola, co-accionista por parte da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, a instalação de um centro visa reduzir os custos de reparação, e poder atender outros operadores.
Falando recentemente em conferência de imprensa, adiantou que o investimento será inscrito no plano estratégico da companhia, que está a ser elaborado.
Esse centro vai ser implementando com apoio de parceiros especializados dada complexidade do sector.
O centro de formação está a ser projectado para responder à demanda interna, mas deverá estar capacidade para solucionar questões externas.
Além de servir a área operacional da empresa, Matola adiantou que “a ideia é que ofereçam serviços a clientes externos”.
A HCB, Caminhos de Ferro de Moçambique e a Empresa Moçambicana de Seguros são os accionistas da LAM, com quase a totalidade das acções do Estado.