Na província de Tete, para mitigar o conflito Homem e Fauna Bravia, Elefantes do Parque Nacional de Magoé já possuem colares satélites de rastreamento.
De acordo com uma nota de imprensa, ao todo são quatro colares satélites para igual número de elefantes.
Os colares permitirão às autoridades e equipas de resposta baseadas na comunidade rastrear os movimentos de elefantes em tempo real, antecipar áreas de risco e implementar esforços de mitigação mais rapidamente e estrategicamente.
A operação representa um passo importante na implementação de estratégias sustentáveis e resilientes destinadas a estabelecer a coexistência com as comunidades residentes.
Segundo a nota, só este ano, foram registado 15 mortes e 10 ferimentos graves ligados a encontros com animais selvagens em Magoe e diversas culturas destruídas.
A ANAC continua a envidar esforços com os parceiros para colocação de mais colares em áreas de conservação com maior incidência de conflito homem e fauna bravia.
Trata-se de de Parque Nacional de Magoé, Parque Nacional do Limpopo, Parque Nacional de Chimanimani, Parque Nacional da Gorongosa, Parque Nacional de Maputo e Reserva Especial do Niassa.