A antiga e veterana basquetebolista internacional moçambicana, Clarisse Machanguana, foi nomeada para o “Hall of Fame/Mural da Fama” 2026, cuja indução se vai realizar em Abril, em Berlim, Alemanha.
“Clarisse Machanguana foi uma célebre pivô de Moçambique. Uma das jogadoras mais reverenciadas do basquetebol africano, Clarisse levou o seu país ao terceiro lugar no AfroBasket Feminino da FIBA em 1993 e ao segundo lugar em 2013. A segunda conquista resultou na histórica primeira qualificação de Moçambique para o Campeonato Mundial de Basquetebol Feminino da FIBA” escreva a FIBA.
Reagindo à nomeação, Machanguana, que abraçou com mais aperto acções filantrópicas tão logo deixou as quadras, disse que “o verdadeiro legado não está nos troféus”, mas no impacto que agora cria entre os jovens através da sua fundação.
“Esta nomeação ao Hall of Fame honra 34 anos de basquetebol, desde do meu início, no campo do Costa do Sol até outras arenas internacionais, incluindo a WNBA. Mas na nossa Fundacao Clarisse Machanguana, sabemos que a cesta mais importante não está num pavilhão—está em cada jovem que descobre o seu potencial através dos nossos programas, em cada rapariga que aprende que os seus sonhos são válidos, em cada comunidade que testemunha o que é possível quando investimos em juventude” escreveu.
Ao lado de Clarisse Machanguana, outros sete nomes foram indicados para o Mural da Fama 2026, nomeadamente, Dirk Nowitzki (Akemanha), Wang Zhizhi (China), Hedo Türkoğlu (Turquia), Céline Dumerc (França), Ludwik Miętta-Mikołajewicz (Polónia) e Ismenia Pauchard (Chile), esta última a título póstumo.
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