O cidadão chinês, Zhang Kequn, e um sócio queniano, foram detidos, na semana passada, no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, em Nairobi, no Quénia, depois que as autoridades os flagraram a transportar mais de duas mil formigas.
As formigas estavam, cada uma, embutidas em um tubo de ensaio ou embrulhada em papel-toalha. Os dois cidadãos são acusados de contrabando de animais selvagens e conspiração para cometer um crime grave.
A BBC refere que ao Tribunal foi apresentada a alegação segundo a qual o cidadão chinês comprou de Charles Mwangi cada cem formigas por 10 mil xelins quenianos, cerca de cinco mil meticais.
Na Europa e na Ásia existe uma elevada demanda por formigas “ornamentais” para jardins. Por lá, os coleccionadores as mantêm como animais de estimação.
Ainda não se sabe para que fim seriam utilizadas as formigas, mas sabe-se que seguiam para a China.
De acordo com veículos de comunicação de Nairobi, ambos os homens se declararam inocentes das acusações, alegando desconhecimento de proibições de transporte de formigas.