O Ministério dos Recursos Minerais e Energia está a liderar uma equipa técnica para minimizar as consequências do encerramento das operações da empresa sul-africana de fundição de alumínio, Mozal, anunciou, ontem, o porta-voz do Governo.
Segundo Inocêncio Impissa, esse foi um dos assuntos debatidos entre o Presidente da República, Daniel Chapo, e seu homólogo da África do Sul, Cyrill Ramaphosa, na recente vista a Moçambique.
“Neste caso, há uma equipa de trabalho que está a fazer o seu trabalho com a Mozal e entidades envolvidas, para garantir que o futuro da Mozal não seja prejudicial a nenhuma das partes” disse, após a 42ª sessão do Conselho de Ministros.
A Mozal emitiu um comunicado, ontem, a anunciar o fim das suas actividades em Moçambique, após insucessos nas negociações para a redução dos preços de energia e assegurar as operações após 15 de Março de 2025.
No documento, a fundidora referiu que a decisão foi impulsionada pela seca que afecta a capacidade de produção de energia na Hidroeléctrica de Cahora Bassa.
“O foco imediato da Mozal é a segurança e o bem-estar das suas pessoas, bem como a suspensão segura e ordenada das operações na fundição em Março de 2026”, disse Samuel Samo Gudo, citado n nota.