Líderes da indústria, inovadores e decisores políticos de África e de outras regiões, reúnem-se para explorar como a tecnologia móvel pode acelerar o crescimento inclusivo e impulsionar o futuro digital de África.
O evento acontece numa altura em que África está à beira de uma revolução digital que abrirá oportunidades sem precedentes em toda a região.
No entanto, para desbloquear esta oportunidade, o GSMA destacou três prioridades urgentes para os decisores políticos: a acessibilidade de dispositivos, modelos de linguagem de inteligência artificial (IA) inclusivos e a resiliência energética, exigindo reformas políticas ousadas e investimentos para tornar os próximos passos na transformação digital de África uma realidade.
Vivek Badrinath, diretor-geral do GSMA, afirmou: “O sector dos telemóveis celulares em África é um dos mais dinâmicos do mundo, mas precisamos de enfrentar barreiras persistentes, como os elevados custos de dispositivos, os problemas de disponibilidade de energia e a falta de uma IA inclusiva. Trabalhando em conjunto, os governos, a indústria e os parceiros de desenvolvimento podem tornar a inclusão digital acessível, sustentável e significativa para todos os africanos.”
Pelo terceiro ano consecutivo, Paul Kagame, Presidente da República do Ruanda, inaugurou formalmente o MWC Kigali, que dura três dias e apresenta um programa repleto de sessões, cimeiras e oradores de organizações internacionais e governamentais.
A cerimónia de abertura, “O Futuro de África em Primeiro Lugar, Determinar o Caminho para um Futuro Digital”, contou com decisores políticos, pioneiros da tecnologia e operadores a partilharem a sua visão de como a infraestrutura, a IA e as regulamentações devem evoluir em conjunto para tornar a conectividade universal.
Este ano marca também a estreia do Programa Ministerial do GSMA, proporcionando uma plataforma para moldar políticas que irão acelerar a transformação digital da região.