O presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, apresentou esta quinta-feira a sua demissão do cargo. A decisão surge após várias críticas e na sequência dos fracassos da selecção italiana, que falhou o acesso aos Mundiais de 2022 e 2026.
Em comunicado que é citado pela imprensa internacional, a entidade revelou ter-se reunido com representantes da Serie A e B, bem como de divisões inferiores e associações de classe. O dirigente, de 72 anos, convocou uma assembleia extraordinária para o dia 22 de Junho, em Roma.
Apesar da conquista do Euro 2020 – disputado em 2021 devido à Covid-19 -, o mandato de Gravina ficou marcado por resultados negativos. A eliminação nos oitavos de final do Europeu de 2024 e as duas falhas consecutivas na qualificação para o Mundial, frente à seleções sem nenhuma expressão no futebol europeu, nomeadamente a Macedonia do Norte e à Bósnia, revelaram-se determinantes para a sua saída.
Refira-se que o dirigente assumiu a presidência da FIGC a 22 de Outubro de 2018. Eleito com 97,2 por cento dos votos, pôs fim a um período de mais de oito meses em que a federação esteve sob gestão do comissário Fabbricini, após a demissão de Tavecchio.
Na lista também de apresentação de pedido de demissão está o selecionador Gennaro Gattuso, nomeado em Junho de 2025. A imprensa italiana avança que o acto poderá ocorrer até 22 de junho.
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