Ataque terrorista na Austrália faz 16 mortos. União Africana condena

Dezasseis pessoas morreram em consequência de um ataque classificado como terrorista, ontem, na praia de Bondi, em Sydney, durante uma celebração de Hanukkah, uma festa judaica.

Os suspeitos do ataque que deixou 40 pessoas hospitalizadas são dois indivíduos, possivelmente, pai e filho. A resposta policial ao ataque culminou com a morte no local de um dos suspeitos.

Conforme a polícia australiana, o ataque terrorista teve como alvo directo a comunidade judaica. A escolha da data e do local reforçou a classificação do crime como um acto de violência anti-semita.

As reacções do mundo ao ataque

O Presidente da Comissão da União Africana, Mahmoud Ali Youssouf, condeno o ataque e endereçou condolências às famílias enlutadas e à comunidade israelita, no geral.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em nome do Governo Federal, emitiu uma declaração formal de repúdio ao ataque que abalou a Austrália. A nota destacou a “enérgica repulsa” a quaisquer actos de terrorismo, enfatizando a preocupação com manifestações de anti-semitismo, ódio e intolerância religiosa.

O Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, responsabilizou o governo australiano, liderado por Anthony Albanese, pelo ataque. Afirmou que as políticas de seu homólogo australiano “alimentam o fogo do anti-semitismo”. “Isso encoraja o ódio aos judeus que agora assombra suas ruas. O anti-semitismo é um câncer. Ele se espalha quando os líderes permanecem em silêncio, e é preciso substituir a fraqueza por acção”.

Deixe um comentário